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Benfiquismo ao rubro em Braga para acolher João Noronha Lopes

O Espaço Vita, em Braga, encheu para ouvir João Noronha Lopes, que, depois de uma visita à Casa do Benfica na cidade dos Arcebispos, onde reuniu com a sua direcção, apresentou o seu programa e esclareceu os Benfiquistas numa sessão muito concorrida, que contou com também as presenças do candidato à presidência da Mesa da Assembleia Geral, Francisco Benitez, do Mandatário Oficial da Candidatura, Vítor Paneira, e ainda de António Simões e da filha do bicampeão europeu, Ângelo Martins, que nos deixou no último domingo.

 

O Espaço Vita, em Braga, encheu para ouvir João Noronha Lopes, que, depois de uma visita à Casa do Benfica na cidade dos Arcebispos, onde reuniu com a sua direcção, apresentou o seu programa e esclareceu os Benfiquistas numa sessão muito concorrida, que contou com também as presenças do candidato à presidência da Mesa da Assembleia Geral, Francisco Benitez, do Mandatário Oficial da Candidatura, Vítor Paneira, e ainda de António Simões e da filha do bicampeão europeu, Ângelo Martins, que nos deixou no último domingo. A sessão começou, a pedido de António Simões, com o cumprimento de um minuto de silêncio em memória de Ângelo Martins e Augusto Matine, tendo a filha de Ângelo, Susana Martins, confessado que havia sido feita ali a homenagem que o Benfica deveria ter feito em vida ao seu pai. "Quando se falou em João Noronha Lopes, o Ângelo Martins disse de imediato que tinha que apoiar este candidato, porque queria o clube voltasse a ser democrático e voltou a dizê-lo poucos dias antes da sua morte que gostaria ainda de ver novamente um Benfica democrático", disse ainda Susana Martins.

Na sua alocução, António Simões lembrou a importância do acto eleitoral de 30de Outubro, ao dizer: “Este é um momento decisivo na vida da nossa instituiçãocentenária. Em causa, está o julgamento do último mandato, os últimos quatro anos. Que Benfica tivemos? Que Benfica queremos? Pois bem. Queremos um Benfica de regresso aos valores que, durante décadas, foram sagrados, dos tempos de Duarte Borges Coutinho. São os nossos valores que mais depressa nos farão chegar ao sucesso. Esse Benfica está ao nosso alcance, faltam só alguns dias. Que ninguém falte ao apelo e se desloque dia 30 às urnas para votar em João Noronha Lopes”.

O candidato a presidente da mesa da Assembleia Geral, Francisco Benitez, começou por destacar a honra que era para si suceder como orador a uma referência do Benfiquismo como é António Simões, elencando depois os motivos que o levaram a aceitar o convite de João Noronha Lopes. "A junção do nosso movimento [Servir O Benfica] à candidatura de João Noronha Lopes resulta da existência de alguns pontos comuns: uma partilha de objectivos, como a ambição desportiva; muitas ideias sobre a transparência e, também, tradição democrática. Outro ponto: as pessoas. Iniciámos esta campanha há dois meses e tivemos contactos com esta lista e nela encontrámos, nomeadamente em João Noronha Lopes, mas também no resto da equipa, identidade benfiquista: valores como a seriedade, rigor, competência e, o essencial, Benfiquismo. A pedra de toque foi quando João Noronha Lopes nos convidou para ficarmos com a Presidência da Mesa da Assembleia Geral. Paranós, é o pináculo do Benfiquismo. É nas Assembleias Gerais que devem assentar os pilares do Benfiquismo. Connosco as Assembleias Gerais serão completamente diferentes das actuais. Não vai haver buzinas, cadeiras no ar, frases como "quem manda aqui sou eu". Queremos momentos de grande Benfiquismo, onde os sócios poderão partilhar ideias, fazer as suas perguntas e pedir justificações aos Órgãos Sociais e receber respostas, algo que não tem acontecido nos últimos anos”, disse o candidato a Presidente da Mesa da Assembleia Geral.

Depois de ter feito uma apresentação do seu projecto e já em período de perguntas e respostas, João Noronha Lopes respondeu às críticas que alguns sectores relativamente à composição da sua lista, quando em comparação com outra:

“Este aqui presente é que é o Benfica Popular. Eu não vou apresentar Comissões de Honra. Eu estou honrado com o apoio que os Benfiquistas me prestam nestas eleições. O Benfica Popular não precisa de Conselhos Estratégicos e de notáveis, porque notáveis somos nós. É nas Assembleias Gerais que se debatem as ideias e se discute o futuro do clube e não em salas alcatifadas. Com Benítez teremos Assembleias Gerais participadas e democráticas. O Benfica Popular passa pelas Casas e anfiteatros do país e dá a cara, a responder às perguntas, por mais incómodas que elas sejam. Um Benfica Popular não controla a TV do clube, que não permitem que seja um espaço de liberdade, que não dê condições a todos os candidatos. Isto não é um Benfica Popular. Os benfiquistas que não confundam críticas as que se fazem em campanhas eleitorais com críticas ao Benfica. É essa a ideia que querem fazer passar. Era o que faltava. Se há altura em que se fazem críticas construtivas e se debate o Benfica é em eleições, apresentando ideias e programas para discussão. Não me cansarei até esta democracia voltar ao Benfica”.

Noronha Lopes salientou ainda: “Temos um projeto e temos uma equipa diversa e competente que já foi apresentada. Benfiquistas de todas as áreas que estudam o Benfica há meses, por isso, garantimos aos Benfiquistas uma transição sem sobressaltos”.

A concluir, Vítor Paneira, famalicense de origem, falou do que é ser Benfiquistano Norte, agradeceu os sacrifícios que os Benfiquistas do Norte fazem para apoiar e defender o Clube e apelou à mobilização das pessoas, para que vão votar no dia 30 e operar a mudança, elegendo João Noronha Lopes para a presidência do Sport Lisboa e Benfica.

 

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